terça-feira, 7 de agosto de 2012

Amor, amar, amor...

É porque toda vez que fingi não te amar por um momento, esqueci de esquecer que te amo todo o tempo.
Que engraçado é esse amor, quando puro, pode ser o elemento mais complexo que se pode imaginar.
Amor, amor, amor... Por que nunca linear? Por que nunca leve?
A verdade é que mesmo com tantos conceitos diferentes de pessoas diferentes com vivências diferentes sobre o que é amor, essa coisinha espevitada que alegra, magoa, conduz o ser humano não é narrável.
Amor. Meu amor. Amor? Bonita palavra. Basta o sorriso de um amigo, o abraço de irmão, um beijo da amada. Emoção, amor então.
O amor quando sozinho é tão benigno que pode machucar. Ver aquele que amo com outra pode doer tanto, melhor atacar. Brigo e sinto raiva antes que doa mais. Mas para o amor, tanto faz, vai doer, quer saber? Se eu te amo, se é pra sempre, o seu bem eu vou querer.
Vou querer...
Eu te amo e felizmente vou sempre me surpreender, ao saber que o amor, quando sincero, pode até ser coerente. Envolvente. O amor não quer o mal, ele perdoa, ele flutua... O amor acompanha, ganha, perde, a verdade nua. O amor não depende de início, meio e fim, a história de quem ama é pra sempre, é assim.
O amor se faz ausente, nas mais diversas circunstâncias, mas é defesa, se é verdadeiro, ele volta como criança. E como criança acredita que não vai se machucar. Como criança, meu amor, faz feliz a quem me amar.

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