Bafo do bafômetro! Bafo do Aécio! “Aécio pego na blitz da Lei Seca! Com carteira vencida e se recusa a fazer o teste do bafômetro” BOMBOUU NO TWITTER! Li na coluna do Zé Simão s2
- Ta todo mundo dizendo q ele é a nova Garota Devassa! E infringiu a lei pq é seca, se fosse liquida, ele bebia! Rarará
E a comercialização da páscoa era tão grande que um menino perguntou pro pai: “Pai, Cristo era um Coelho?” Era! E fez a multiplicação dos ovos de Páscoa no Carrefour! Chega de ovo! Menos ovo e mais galinhagem! Rarará
E se forem esculhambar geral a república metade dos competentes a tentar entender não entenderiam! Sim! Tb acho q o Aécio tem bafo de onça. E uma biba que disse que o Aécio é a nossa Paris Hilton! Rarará! O nosso Charlie Sheen! E ele dirigiu Minas com carteira vencida? Há Começou bem a oposição: infringindo logo duas leis! Vai concorrer a presidência com 14 pontos a menos.
PSDB mudou o nome: Partido dos sem documentos e bafômetro.
E tinha esta: “Campanha do desarmamento paga arma na hora” Vão começar a roubar arma pra vender pro desarmamento. Rarará
Páscoa urgente, semana do sofrimento: Tiradentes enforcado na quinta, Cristo crucificado na sexta e foram tds para a praia. E foi Tiradentes no feriado e ninguém sabe quem é!
Perguntaram p um menino na escola: “você sabe quem é Tiradentes?” Sei, Tiradentes é um feriado. ISSO! Tiradentes é um feriado!
Tiradentes foi enforcado, esquartejado e salgado pq não queria pagar imposto, o Quinto! Por um quinto ele foi enforcado, se fossem os impostos de hoje em dia, ele seria passado numa maquina de moer carne. Virava hambúrguer! Almôndega, quibe mineiro!
Tiradentes devia ser o padroeiro de todos os brasileiros: Todo mundo com a corda no pescoço! E os impostos no Brasil não são altos. Nós é que somos baixos! RARARÁ
E meu amigo que disse que não comprou ovo pq ta devendo até os ovos?! E eu ? Se me pedirem ovo vou me fingir de surda – “ NÃO TO OVIIINDO NADA”
Simão, nois sofre mais goza! Que eu Tb sai p/ pingar meu colírio alucinógeno!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Ato Cinco. Corta!
Era o início de uma fala de uma personagem que eu brincava de inventar...
P- Ai, querido... Minha tristeza é tão perturbadora... O motivo? Exatamente não conseguir distingui-lo me enlouquece.
Mas também?! Qual o problema, a deficiência que me traz a loucura... Defina-a pra mim, você, tão digno, tão linear. Diga o que pensa, se é que pensa ainda, meu bem-quererr”.
Não (respira)
Deixa eu defini-la! Na sua previsível concepção meu surto corresponde, provavelmente a distúrbios glandulares, hormonais ou algum tipo de falha em meus neurotransmissores...
É. Realmente. Divergir-me de teu pensamento é estar louca, amor... Amanhã, sem falta, procuro um psiquiatra!
E aí eu parei de devanear e deixei a personagem pela metade.
P- Ai, querido... Minha tristeza é tão perturbadora... O motivo? Exatamente não conseguir distingui-lo me enlouquece.
Mas também?! Qual o problema, a deficiência que me traz a loucura... Defina-a pra mim, você, tão digno, tão linear. Diga o que pensa, se é que pensa ainda, meu bem-quererr”.
Não (respira)
Deixa eu defini-la! Na sua previsível concepção meu surto corresponde, provavelmente a distúrbios glandulares, hormonais ou algum tipo de falha em meus neurotransmissores...
É. Realmente. Divergir-me de teu pensamento é estar louca, amor... Amanhã, sem falta, procuro um psiquiatra!
E aí eu parei de devanear e deixei a personagem pela metade.
terça-feira, 5 de abril de 2011
O parque temático do bem
Este texto não é de minha autoria, mas, li e achei super bacana e vou posta-lo com minhas adaptações.
Créditos, colunista da Folha - Liz Pondé
POR QUE existem guerras? Porque gostamos de matar. Resposta pouco simpática, mas definitiva.
Penso como o crítico Edmund Wilson (séc. XX): as guerras não são causadas primariamente por razões políticas ou econômicas, estas são apenas o que na filosofia chamamos de "causas ocasionais" (isto é, oportunidade que aparecer para realizarmos as verdadeiras causas primárias de nossas atitudes).
A verdadeira causa primária é biológica: gostamos de matar e pronto.
O governo britânico lançou na mídia imagens de seus aviões bombardeando tanques das forças pró Gaddafi na LÍBIA. Imagens como essas dão crédito para o marketing moral e político do Reino Unido: " OLHEM COMO NÃO MATAMOS CIVIS, SOMOS LEGAIS".
Perguntado certa feita sobre a morte de civis em combate, o primeiro-ministro de Israel Bibi Netanyahu teria dito " Alguém perguntou aos britanicos qnts civis alemães mataram em seus bombardeios? "
Todo mundo sabe como guerra é, mas hj em dia querem dizer q guerra pode ser combatida puxando o cabelo do inimigo. O mundo virou um "parque temático do bem".
O marketing é a ciência definitiva do inicio deste século. Se quisermos entender a política e a moral, devemos voltar nossos olhos para o marketing e não mais para a sociologia ou para a ciência política. Estas são ciências caducas para as sociedades comtemporâneas.
Desde o século 18 a filosofia política, em grande parte, virou conversa de "teenager". Coisas como "o homem é bom e a sociedade o perverte" é coisa pra boi dormir.
Sabe-se desde as cavernas que a vida moral comporta um tanto de hipocrisia, sem a qual seríamos obscenamente amorais. Mas, o problema é que, desde Rousseau, a hipocrisia contaminou o mundo da filosofia política. Por quê? Porque ele criou a política para o mundo como parque temático do bem.
É ridiculo como a classe intelectual , art´sticas, e vários profissionais se acham uma reserva moral da sociedade. Hábito nefasto pois corróio pensamento público desde a raiz. Faz de cada um de nós marqueteiro de nosso próprio pensamento.
A galera aderiu a tudo o que é tipo de totalitarismo desde o século 18. Mas nem todos, amém. Graças a coragem de alguns de resistir às glórias de fazer parte de um rebanho.
Mas a mentira social não é privilégio da elite intelectual de um país.
Se René Descartes, filósofo francês do século 17, nos diz que a razão foi dada a todos os homens "em quantidades iguais", devemos acrescentar, mais ao modo de outro filósofo francês do século 17, Blaise Pascal, que o pecado, sim, foi dado a todos em "quantidades iguais".
Aliás, suspeito que a razão não foi dada em "quantidades iguais" a todos os homens, mas sim, o pecado.
Nada disso significa que devemos bater palmas para as guerras. Significa que devemos resistir à praga do modo "teenager" de pensar e dizer a verdade: gostamos de matar.
O argumento de Rousseau segundo o qual temos um "sentimento empático" para o sofrimento alheio (isto é, sentimos juntos com o outro seu sofrimento e daí agimos em defesa dele) é uma piada de mau gosto. Só reagimos a violência quando ela põe a nós mesmos (ou nossos interesses) em risco.
Sabe-se muito bem que filhos e cônjuges de pessoas que ajudaram vítimias do nazismo ( ou qualquer outro sistema de violência) detestavam a atitude moral do "idiota da família" que colocava o cotidiano do grupo em risco para ajudar estranhos. Sempre que situações como essas se repetirem, a maioria esmagadora das pessoas fará o mesmo. E odiará quem não o fizer.
Muita gente sai gritando qnd isso é dito, movida apenas, em segredo, pela sagrada mentira social que sustenta a imagem pública de nós mesmos.
Genocídio é um horror, mas é a constante da humanidade. Preste atenção: Quantos períodos históricosexistiram sem algum genocídio? Nenhum ou talvez alguns minutos.
Cada um de nós está sentado sobre ossos. Ganhamos tecnologia, dinheiro, ciência e espaço com guerra. O gosto de poder é o motor da história.
Créditos, colunista da Folha - Liz Pondé
POR QUE existem guerras? Porque gostamos de matar. Resposta pouco simpática, mas definitiva.
Penso como o crítico Edmund Wilson (séc. XX): as guerras não são causadas primariamente por razões políticas ou econômicas, estas são apenas o que na filosofia chamamos de "causas ocasionais" (isto é, oportunidade que aparecer para realizarmos as verdadeiras causas primárias de nossas atitudes).
A verdadeira causa primária é biológica: gostamos de matar e pronto.
O governo britânico lançou na mídia imagens de seus aviões bombardeando tanques das forças pró Gaddafi na LÍBIA. Imagens como essas dão crédito para o marketing moral e político do Reino Unido: " OLHEM COMO NÃO MATAMOS CIVIS, SOMOS LEGAIS".
Perguntado certa feita sobre a morte de civis em combate, o primeiro-ministro de Israel Bibi Netanyahu teria dito " Alguém perguntou aos britanicos qnts civis alemães mataram em seus bombardeios? "
Todo mundo sabe como guerra é, mas hj em dia querem dizer q guerra pode ser combatida puxando o cabelo do inimigo. O mundo virou um "parque temático do bem".
O marketing é a ciência definitiva do inicio deste século. Se quisermos entender a política e a moral, devemos voltar nossos olhos para o marketing e não mais para a sociologia ou para a ciência política. Estas são ciências caducas para as sociedades comtemporâneas.
Desde o século 18 a filosofia política, em grande parte, virou conversa de "teenager". Coisas como "o homem é bom e a sociedade o perverte" é coisa pra boi dormir.
Sabe-se desde as cavernas que a vida moral comporta um tanto de hipocrisia, sem a qual seríamos obscenamente amorais. Mas, o problema é que, desde Rousseau, a hipocrisia contaminou o mundo da filosofia política. Por quê? Porque ele criou a política para o mundo como parque temático do bem.
É ridiculo como a classe intelectual , art´sticas, e vários profissionais se acham uma reserva moral da sociedade. Hábito nefasto pois corróio pensamento público desde a raiz. Faz de cada um de nós marqueteiro de nosso próprio pensamento.
A galera aderiu a tudo o que é tipo de totalitarismo desde o século 18. Mas nem todos, amém. Graças a coragem de alguns de resistir às glórias de fazer parte de um rebanho.
Mas a mentira social não é privilégio da elite intelectual de um país.
Se René Descartes, filósofo francês do século 17, nos diz que a razão foi dada a todos os homens "em quantidades iguais", devemos acrescentar, mais ao modo de outro filósofo francês do século 17, Blaise Pascal, que o pecado, sim, foi dado a todos em "quantidades iguais".
Aliás, suspeito que a razão não foi dada em "quantidades iguais" a todos os homens, mas sim, o pecado.
Nada disso significa que devemos bater palmas para as guerras. Significa que devemos resistir à praga do modo "teenager" de pensar e dizer a verdade: gostamos de matar.
O argumento de Rousseau segundo o qual temos um "sentimento empático" para o sofrimento alheio (isto é, sentimos juntos com o outro seu sofrimento e daí agimos em defesa dele) é uma piada de mau gosto. Só reagimos a violência quando ela põe a nós mesmos (ou nossos interesses) em risco.
Sabe-se muito bem que filhos e cônjuges de pessoas que ajudaram vítimias do nazismo ( ou qualquer outro sistema de violência) detestavam a atitude moral do "idiota da família" que colocava o cotidiano do grupo em risco para ajudar estranhos. Sempre que situações como essas se repetirem, a maioria esmagadora das pessoas fará o mesmo. E odiará quem não o fizer.
Muita gente sai gritando qnd isso é dito, movida apenas, em segredo, pela sagrada mentira social que sustenta a imagem pública de nós mesmos.
Genocídio é um horror, mas é a constante da humanidade. Preste atenção: Quantos períodos históricosexistiram sem algum genocídio? Nenhum ou talvez alguns minutos.
Cada um de nós está sentado sobre ossos. Ganhamos tecnologia, dinheiro, ciência e espaço com guerra. O gosto de poder é o motor da história.
Antes dos vinte.
Uma coisa que eu aprendi antes de os meus vinte anos...
Quando o assunto é sexo os homens vão te ligar, menina!
C'est la vie...
Realidade vem ni mim!
Mas ninguém te garante que eu vou escutá-la e cooperar com sua estagnação.
S e m m a i s .
Quando o assunto é sexo os homens vão te ligar, menina!
C'est la vie...
Realidade vem ni mim!
Mas ninguém te garante que eu vou escutá-la e cooperar com sua estagnação.
S e m m a i s .
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