Era o início de uma fala de uma personagem que eu brincava de inventar...
P- Ai, querido... Minha tristeza é tão perturbadora... O motivo? Exatamente não conseguir distingui-lo me enlouquece.
Mas também?! Qual o problema, a deficiência que me traz a loucura... Defina-a pra mim, você, tão digno, tão linear. Diga o que pensa, se é que pensa ainda, meu bem-quererr”.
Não (respira)
Deixa eu defini-la! Na sua previsível concepção meu surto corresponde, provavelmente a distúrbios glandulares, hormonais ou algum tipo de falha em meus neurotransmissores...
É. Realmente. Divergir-me de teu pensamento é estar louca, amor... Amanhã, sem falta, procuro um psiquiatra!
E aí eu parei de devanear e deixei a personagem pela metade.
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